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quarta-feira, 7 de janeiro de 2004
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Noossa!!! O Ibope desse blog tá baixíssimo...
Estava pensando em colocar umas pornografias, pra dar mais audiência, mas o horário não permite... risos
Bom, como não tenho alternativa, vou colocando o que escreve mesmo... espero que as moscas da net curtam, ao menos pra ficar rodeando as letrinhas aqui escritas...
Abraços!
Eduardo Santarello
Uma pequena reflexão sobre o nosso tempo, pode-se utiliza-la no início do ano, ou em qualquer momento de nossas vidas.
Abraço.
É TEMPO
Por Eduardo Santarello
É tempo de começar,
É tempo de recomeçar,
É tempo de continuar,
É tempo de parar e mudar,
É tempo, e isso é o que importa.
Nova etapa, nova jornada, é tempo.
É tempo de mudança, ou não.
Tudo tem seu tempo, você tem seu tempo.
É tempo de novidades, se você assim quiser.
É tempo de esperança, se você esperar.
É tempo de conquista, se você for atrás.
É tempo de vida, para quem quiser viver.
Só não tem tempo aquele que não nasceu ou aquele que já morreu.
Por
Eduardo Santarello
| 22:11:32 |
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domingo, 4 de janeiro de 2004
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Este é o primeiro post de 2004, espero que todos estejam bem. Hoje cheguei de viagem, agora sim vou começar o ano.
No Reveillon estava pensando sobre umas coisas, a data, as festas de fim de ano, e me veio umas reflexões meio loucas...
Também pensei o quanto o Natal e os gastos de fim de ano são supérfluos e tem tão pouco significado... O Natal passa como uma troca de presentes, e o Ano Novo como um momento de curtição, apenas....
O Reveillon de Papai Noel
Por Eduardo Santarello
O Papai Noel chega ao Ano Novo triste, porque já foi esquecido. Sentiu-se usado, prostituído. Ele, que fora abandonado até pelas dóceis renas, que foram passar a virada de ano com suas famílias no sul, chorou ao ver os fogos explodirem no ar.
Papai Noel já estava cansado da mesma rotina de todos os anos, resolveu descer a serra, e foi para Santos ver os fogos. Ninguém o reconhecia nas ruas, todos estavam se preparando para o ano vindouro.
“Cadê o Papai Noel?”, ele se perguntava. Ninguém mais queria saber de seu gorro vermelho, de sua barba branca ou de seu sorriso ameno. O saco então, nem se fala. O mesmo, que está vazio dos presentes, já não interessa mais.
Agora ele tornou-se apenas um velho, esquizofrênico e sem aposentadoria, pois Papai Noel não paga imposto, é autônomo.
Mamãe Noel, a esposa, foi pra casa da mãe, onde o bom velhinho nem chega perto. Os anões voltaram pra Disney, pra passar o reveillon com a Branca de Neve (sua mãe adotiva). Sobrou ele, sozinho, de saco vazio, com aquela roupa quente e a fabrica de presentes em férias coletivas.
Na rua, gritaram-no: - Troca a roupa, velhinho! Bota um branco que você tá fora de moda!
Triste, deprimido, esquecido e com uma garrafa de cachaça na mão, Papai Noel passou o reveillon sozinho. Cantava choramingando: “Adeus, ano velho... Ho ho ho. Feliz ano novo...”
Ele se fez umas promessas, o que já não era sem tempo: Primeira, o ano que vem não dará presentes a ninguém, quem quiser que compre o seu. Segunda, o divórcio de Mamãe Noel, ela não está batendo bem da cabeça, e está cada vez mais chata, deve ser a menopausa. Terceira, os anões estão demitidos, ele odeia a Disney. Quarta e última, vai aproveitar o trenó para vender fogos de artifício todo fim de ano na baixada.
E assim é, desde que tudo mudou.
Por
Eduardo Santarello
| 01:56:37 |
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terça-feira, 23 de dezembro de 2003
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Olá Pessoa!
Desculpem a minha ausência!
Mas mesmo assim tenham um ótimo Natal e um 2004 cheio de saúde, paz e prosperidade!
Grande abraço a todos e todas!
Eduardo Santarello
Por
Eduardo Santarello
| 20:19:36 |
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